Hoje cursando faculdade de Direito, Allana contou ao Domingo Espetacular que a festa tinha cerca de 100 pessoas, e que Daniel havia sido convidado como já tinha acontecido no ano anterior. Eles foram em uma casa noturna de Curitiba (PR) na noite do dia 26 de outubro. O jogador ficou grande parte da noite em uma área Vip
Evellyn Brisola Perusso, amiga de Allana na época, mandou uma mensagem dizendo que estava indo para a casa dela, acompanhada de Daniel, com quem tinha ficado na festa. Outros amigos também foram à residência da família. “No texto, a Evellyn disse que ele tava sendo meio invasivo, pegando nela, e que não queria mais ficar com ele”, contou. Evellyn também foi indiciada por fraude processual, mas absolvida.
“Não programei nenhum tipo de continuação de festa. Lembro que meu pai fez comida para minha mãe, e aí ficamos um pouco ali fora, conversando, dançando e minha mãe pediu para dormir”
Allana Brittes, filha de Edison Brittes, condenado pelo assassinato de Daniel Corrêa
Depois de um tempo na casa, Allana disse que ouviu a confusão e foi até o quarto onde estava a mãe. “Eu lembro de ter visto meu pai de um jeito que nunca tinha visto. Ele estava extremamente transtornado, com olhar de ódio, raiva, parecia que ele não acreditava em tudo aquilo”, contou.
Edison alegou à polícia que Daniel tentou estuprar a esposa. Antes de ser assassinado, o jogador compartilhou com amigos pelas redes sociais uma foto deitado ao lado de Cristiana. No inquérito do caso, a Polícia Civil concluiu que não houve tentativa de estupro por parte do jogador.

noticia por : UOL


