– Fragilidade na modelagem financeira: Foram identificadas falhas na avaliação do Valor Presente Líquido (VPL), uso de parâmetros inconsistentes no cálculo do WACC (Custo Médio Ponderado de Capital) e projeções de receitas consideradas excessivamente otimistas.
– Distribuição inadequada de riscos: A matriz de riscos transfere indevidamente responsabilidades ao poder público, contrariando os princípios de equilíbrio contratual.
O Pleno do TCMSP determinou, em caráter urgente, que a Prefeitura se abstenha de homologar a licitação até que responda formalmente às conclusões da Auditoria da Corte. A administração municipal terá um prazo de cinco dias para apresentar sua manifestação.
A sessão de licitação já passou por seguidos adiamentos. Depois de ser prevista inicialmente para o dia 17 de janeiro deste ano, o evento passou para 20 de março. Em seguida, foi adiada para 24 de abril. Por fim, foi prorrogada até a última terça-feira.
Essa é mais uma tentativa da Prefeitura de revitalizar uma área que ao longo das últimas décadas foi totalmente descaracterizada. Em 2012, por exemplo, após a demolição dos Edifícios São Vito e Mercúrio, chegou a ser anunciado um projeto orçado em R$ 1,5 bilhão de reurbanização da região, que não avançou.
A decadência acentuou-se desde a pandemia, com o fechamento de lojas no entorno e o aumento de moradores de rua e usuários de drogas, que inclusive utilizam os baixos dos viadutos da região para se abrigar.
noticia por : UOL



