Questões trabalhistas visavam aumentar a proteção aos trabalhadores. O referendo, promovido pelo principal sindicato do país, o CGIL (Confederação Geral Italiana do Trabalho), questionava sobre a revogação de quatro leis de liberalização do mercado de trabalho. A organização esperava restabelecer diversas medidas de proteção contra contratos precários, demissões e acidentes de trabalho que haviam sido eliminadas.
Dentre os italianos que foram às urnas, cerca de 64% aprovaram as questões sobre cidadania. Além disso, 85% votaram “sim” em todas as questões trabalhistas.
Meloni pediu para eleitores não votarem
Primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, se disse “absolutamente contra” a mudança no prazo para concessão da cidadania. Ela foi eleita em 2022 com uma agenda anti-imigração.
Grande derrota para uma esquerda que não tem mais ideias, credibilidade e nem sequer é capaz de mobilizar seus próprios eleitores
Vice-primeiro-ministro Matteo Salvini, líder do partido anti-imigração Liga, em post no X
*Com informações da AFP
noticia por : UOL



