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Cuiaba - MT / 7 de março de 2026 - 4:49

Família de Juliana alega 'descaso' de empresa responsável por traslado

Já estava tudo certo com o voo, já estava confirmado, mas a Emirates em Bali não quer trazer minha irmã pra casa. Do nada o bagageiro do voo ficou “lotado”.
Mariana Marins, em publicação

O UOL entrou em contato com a companhia aérea. Havendo resposta, este texto será atualizado.

O caso

Juliana tropeçou e escorregou durante a trilha na noite de sexta, 20, no horário de Brasília. Ela rolou da montanha e foi parar a cerca de 300 metros abaixo do caminho da trilha, no vulcão Rinjani, na ilha de Lombok. Com isso, ficou debilitada e não conseguia se movimentar

Família acompanhou situação por fotos e vídeos enviados por espanhóis à espera do resgate. Mariana diz que tudo se agravou com o aparecimento de forte neblina e umidade, que fez com que Juliana escorregasse ainda mais. A irmã chegou a dizer que seria um ”absurdo se ela morresse por falta de socorro”.

Demora ocorreu por dificuldades na trilha, disse governo local. A Barsanas (Agência Nacional de Resgate da Indonésia) afirmou que a dificuldade de acesso à trilha fez com que as pessoas que avistaram Juliana levassem oito horas até conseguir comunicar o fato às autoridades. Segundo eles, desde o primeiro dia, tentativas de resgate com cordas e macas foram feitas, sem sucesso.

noticia por : UOL

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