O ajuste da produção será concretizado mediante um aumento da atividade de oito países da aliança – Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Cazaquistão, Argélia e Omã.
Em um comunicado prévio, estes países alertaram que o reparo da infraestrutura energética danificada nos recentes ataques “é custoso e levará muito tempo”, o que pode impactar a oferta de petróleo a futuro.
Os ataques do Irã contra a infraestrutura de produção e o bloqueio do trânsito de navios pelo Estreito de Ormuz prejudicaram as exportações de petróleo a partir do Golfo.
Os países produtores deram ênfase “à importância crítica de resguardar as rotas marítimas para assegurar o fluxo ininterrupto da energia”.
Também neste domingo, o assessor presidencial dos Emirados Árabes Unidos, Anwar Gargash, disse que o país está disposto a participar de qualquer iniciativa internacional liderada pelos Estados Unidos para garantir a segurança da navegação pelo Estreito de Ormuz.
Gargash disse, ainda, que a estratégia iraniana “vai consolidar o papel dos Estados Unidos” na região e também fará com que “a influência de Israel” seja “mais preponderante”.
noticia por : UOL




