“O julgamento fica suspenso” até que Morales e a mãe da vítima, que também é acusada, compareçam ou sejam levados à força pela polícia, afirmou nesta segunda-feira, em coletiva de imprensa, Luis Gutiérrez, promotor responsável pelo caso.
Em janeiro de 2025, depois de não ter se apresentado a uma convocação da justiça quando ainda era investigado, um juiz o declarou à “revelia”.
Esta condição pode impedir que um processo comece até que o acusado compareça.
O Ministério Público informou que, “devido à ausência injustificada”, o poder Judiciário ratificou, nesta segunda-feira, sua situação de rebelde e emitiu novas ordens de prisão e de proibição de saída do país, embora já houvesse outras em vigor pelo mesmo motivo.
“Já não é da competência do Ministério Público, mas da Polícia Nacional”, cumprir a ordem de prisão, acrescentou Gutiérrez.
Wilfredo Chávez, advogado de Morales, disse na sexta-feira que seu cliente e sua defesa não se apresentariam porque não tinham “sido notificados”.
noticia por : UOL




