Movimento diz que vai manter o plano e tenta ajustar a logística para o ato. “A marcha vai acontecer com certeza. Estamos acertando o resto”, disse um porta-voz do movimento ao The Guardian, sob condição de anonimato.
Protesto ganhou força após a remoção do ativista Sonam Wangchuk, em greve de fome, para um hospital no sábado. O homem, de 59 anos, deixou o local do acampamento, onde centenas se reuniram com cartazes e fotos dele e pedidos de prisão do ministro.
Movimento nasceu nas redes sociais e ampliou a mobilização nas ruas nas últimas semanas. O grupo chegou a somar 22 milhões de seguidores no Instagram em poucos dias após a formação, em maio, quando os vazamentos de provas afetaram milhões.
Disputa sobre internação de ativista
Justiça de Delhi afirmou que as autoridades tinham direito de levar Wangchuk a um hospital público por causa da piora do estado de saúde. “Não se pode dizer que qualquer força esteja sendo usada contra o sr. Sonam Wangchuk ou que sua autonomia corporal esteja sendo violada de qualquer forma”, escreveu a juíza Mini Pushkarna.
Esposa do ativista pediu para transferi-lo para um hospital privado, mas o governo se opôs ao pedido. Segundo o The Guardian, a família argumentou que tinha direito de escolher onde ele seria tratado, enquanto as autoridades disseram que precisavam agir com cautela e que parentes tinham acesso integral ao paciente.
noticia por : UOL




