No curto intervalo de uma semana, o fantasma de Bolsonaro fez duas aparições na campanha eleitoral. Há sete dias, assombrou a convenção que sacramentou a candidatura presidencial do filho num vídeo produzido por inteligência artificial. Neste sábado, ressurgiu num telão durante o ato de lançamento da candidatura à reeleição de Jorginho Mello ao governo de Santa Catarina.
Sob o lençol da alma-penada esconde-se o plano inconfessado de testar os limites do Judiciário. Preso, o Bolsonaro de carne e osso está proibido pelo ministro do Supremo Alexandre de Moraes de divulgar manifestações eleitorais por qualquer meio, mesmo que por intermédio de terceiros.
No TSE, Nunes Marques empurra com a barriga a ação em que o PT e seus aliados pedem a punição do uso do Bolsofake. Uma resolução da Justiça Eleitoral proíbe a manipulação digital de pessoas vivas e mortas para favorecer ou prejudicar candidaturas. A defesa do preso diz que ele não autorizou o uso de sua imagem.
noticia por : UOL




