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Cuiaba - MT / 16 de outubro de 2026 - 23:28

Após novo depoimento à PF, defesa nega crimes de Vorcaro e pede liberdade

“A Turma” era o grupo encarregado de ameaçar, intimidar e invadir dados sigilosos de desafetos de Vorcaro, segundo as investigações. A PF aponta que o grupo era formado por “operadores do jogo do bicho, milicianos e policiais”.

Vorcaro diz que conhecia apenas Luiz Phillipi Mourão, com quem tinha contrato formal e lícito de prestação de serviços de inteligência e segurança digital. Conhecido como “Sicário”, Mourão era suspeito de intimidar desafetos de Vorcaro. Ele morreu em março, em Belo Horizonte (MG).

Defesa diz que Vorcaro sempre buscou a adoção de medidas jurídicas e oficiais cabíveis em situações de contrariedade, como registro de ocorrências policiais, notificações e queixas. “Sem jamais solicitar acesso indevido a sistemas restritos ou qualquer tipo de providência ilegal.”

Eventuais desabafos, oriundos de recortes maliciosos de mensagens privadas, proferidos em momentos de indignação, jamais redundaram em consequências práticas ou em qualquer risco real a terceiros, o que fica comprovado na própria sequência completa das mensagens, na realidade fática verificada e no perfil pacífico de Daniel Vorcaro.
Defesa de Vorcaro, após depoimento

Ex-banqueiro também negou qualquer plano de fuga. A defesa diz que há provas de que Vorcaro havia feito prévia comunicação da viagem a autoridades, bem como reservas antecipadas de hotel e salas de reunião e registro de plano de voo. Em novembro do ano passado, Vorcaro foi preso antes de embarcar em um jato particular no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

Ex-banqueiro pede liberdade

Defesa diz que Vorcaro estava em prisão domiciliar “cumprindo todas as medidas cautelares” e colaborando com as investigações, quando foi preso novamente pela PF, em março. “Neste contexto, a prisão foi inoportuna e desnecessária.”

noticia por : UOL

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