Alemanha quer garantir seu lugar na nova corrida espacial – Indústria lucrativa tornou-se indispensável no dia a dia e no setor militar. À caça de oportunidades, empresas alemãs de todos os tamanhos desenvolvem satélites e aplicações espaciais.A economia espacial é um negócio multibilionário. O mercado movimenta em torno de 600 bilhões de dólares (R$ 3 bilhões), segundo um estudo da consultoria Roland Berger e da Federação das Indústrias Alemãs (BDI). E a tendência é de alta: pode chegar a dois trilhões de euros até 2040 (R$ 11,7 trilhões). Isso equivale a quatro vezes o orçamento da Alemanha em 2025.
Onde há tanto dinheiro em jogo, muitos querem garantir uma fatia do bolo. Atualmente, 150 bilhões de dólares vão para o chamado mercado upstream, ou seja, para a produção da infraestrutura necessária na Terra e no espaço, como foguetes lançadores, segmentos terrestres e satélites. A maior parte, cerca de 450 bilhões de dólares, é destinada a aplicações downstream, ou seja, atividades baseadas em dados que se tornam possíveis graças à atividade espacial. Isso inclui navegação, observação terrestre e comunicações por satélite, por exemplo.
“Hoje, o new space [a exploração espacial comercial] é, em grande medida, um negócio de dados”, diz Matthias Wachter, diretor-executivo da Iniciativa Alemã de New Space e também co-chefe da área de inovação, segurança e tecnologia do BDI.
noticia por : UOL




