A experiência profissional também é exigida. O edital cobra, no mínimo, dois anos de atividade jurídica ou de exercício em cargo na Polícia Civil, contados até a data da posse. Além disso, o candidato não pode ter sofrido penalidades de demissão no serviço público nos últimos 5 ou 10 anos, dependendo da gravidade.
No concurso, a prova objetiva avalia várias áreas do Direito. Os candidatos precisam responder questões sobre direito penal, processo penal, legislação penal especial, direito constitucional, administrativo, civil, direitos humanos, além de noções de criminologia, medicina legal e informática.
A seleção inclui provas escritas e orais. Além da etapa objetiva, o concurso conta com prova discursiva, prova oral e análise da capacidade de argumentação jurídica dos candidatos.
A vida do candidato também é analisada. Todos os aprovados passam por investigação social, etapa eliminatória que avalia conduta moral, social e funcional. A avaliação leva em conta “relações sociais que sejam incompatíveis com a função”, “desvios de personalidade” e outros fatores. Segundo o edital, o candidato não pode registrar antecedentes criminais e não deve ter sido condenado por improbidade administrativa ou possuir conduta irrepreensível na vida pública e privada.
Autoridades defendem o concurso

noticia por : UOL




