A coroa foi danificada ao ser retirada de sua vitrine por uma “abertura relativamente estreita feita” pelos ladrões, segundo o museu. Quase todos os seus elementos foram preservados, com exceção de uma das oito águias douradas.
A peça também conservou suas 56 esmeraldas, mas perdeu uma dezena de diamantes bem pequenos, de um total de 1.354. Para garantir a sua conservação, um restaurador será designado “após um processo de licitação”, informou o museu.
O Louvre nomeou um comitê de especialistas para supervisionar o trabalho, que será presidido por Laurence e composto por seis personalidades, assistidas por um “representante das cinco casas históricas da joalheria francesa”: Mellerio, Chaumet, Cartier, Boucheron e Van Cleef & Arpels.
Oito joias do século XIX levadas durante o roubo, que teve repercussão mundial, continuam desaparecidas. O conjunto está avaliado em mais de US$ 100 milhões.
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