A irmã também acusa a embaixada de ter forjado vídeos como sendo do momento do resgate. As imagens, obtidas pelo UOL, mostram apenas a equipe, no escuro, e sem a aparição de Juliana.
Segundo Mariana, a irmã foi vista pela última vez ontem às 17h30 do horário de Brasília por gravações de drone por turistas, mas não está mais nesse local. Segundo Mariana, ela havia saído em grupo com um guia, mas que o guia não retornou para ver se ela estava bem. Todas as imagens que mostram Juliana são de ontem, e não há imagens ou informações mais atualizadas.
Familiares têm recebido atualizações de montanhistas e turistas que estão na região. Segundo eles, em um momento em que o tempo se abriu na manhã do horário local, o drone não encontrou Juliana na pedra onde estava. Horas depois, a neblina e umidade cobriram o tempo.
Não conseguiram chegar até a Juliana, pois as cordas não tinham tamanho suficiente, além da baixa visibilidade. Ou seja, tem mais de 36 horas que Juliana segue desaparecida. Mariana Marins
Grupo que mantém contato com a família disse que resgate precisou ser abortado hoje devido às condições climáticas. ”A situação climática piorou muito, o local é realmente muito inóspito”, falou um dos turistas em mensagem à Mariana.
O UOL tenta contato hoje com o Itamaraty e com a embaixada brasileira em Jacarta, e aguarda um posicionamento.
noticia por : UOL




