Entrei em contato com Angélica Galvão, alguém que sempre admirei como uma segunda mãe e que me conhece e me orienta desde criança. Ela não só não fez nada a respeito, como me disse para não falar nada e que “se está errado, você tem que pelo menos fingir que está certo”. E também para “não morder a mão que te alimenta”. Ela escolheu me ignorar, me silenciar e proteger o marido. Mas você ainda se sentiria assim se fosse sua filha? Agora ela escolheu me desacreditar e tentar encobrir tudo, o que, na minha opinião, a torna tão responsável quanto eu.
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Fonte: G1



