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Cuiaba - MT / 7 de março de 2026 - 9:38

PF: Policiais delatados por Gritzbach tinham vida financeira incompatível

Ação da PF ocorreu após o assassinato do empresário Vinícius Gritzbach e tem como foco a lavagem de dinheiro. ”Como estamos em uma fase inicial da investigação, entendemos que a partir da operação de hoje novos elementos de prova serão obtidos para que a gente possa avançar ainda mais com os trabalhos”, disse.

Entenda o caso

A corporação cumpre 13 mandados de busca e apreensão e oito mandados de prisão temporária. O delegado Fábio Baena Martin, os investigadores Eduardo Lopes Monteiro, Rogério de Almeida Felício, Marcelo Ruggieri, Marcelo Bombom e mais três pessoas foram alvos de prisão.

Com exceção de Rogério, apontado como segurança do cantor Gusttavo Lima, os outros policiais estão presos. Além deles também são alvos o advogado Ahmed Hassan Saleh, o Mudi, e os empresários Robinson Granger de Moura, o Molly e Ademir Pereira de Andrade.

Todos eles foram denunciados por Gritzbach por suposto envolvimento com o PCC (Primeiro Comando da Capital) e corrupção. O empresário foi assassinato a tiros de fuzis por dois homens em 8 de novembro deste ano no aeroporto internacional de Guarulhos, oito dias após ter denunciado os policiais à Corregedoria da Polícia Civil. Dois acusados de envolvimento na morte dele estão presos.

Em delação, Gritzbach afirmou que policiais civis corruptos teriam exigido R$ 40 milhões para que o inquérito contra ele fosse encerrado. O homem foi acusado de ser o mandante das mortes de Anselmo Bechelli Santa Fausta, 38, o Cara Preta, narcotraficante até então influente no PCC, e do comparsa Antônio Corona Neto, o Sem Sangue, 33, motorista dele, executados a tiros em 27 de dezembro de 2021, no Tatuapé, zona leste.

noticia por : UOL

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