Os protestos de 2022 pareciam não ter liderança e, por isso, perderam força rapidamente. Em contraste, as manifestações atuais contam com figuras — como o exilado Reza Pahlavi, filho do xá deposto do país, derrubado em 1979 — que tentam moldar ou liderar os atos à distância. Isso pode explicar, em parte, por que eles vêm se mantendo por mais tempo.
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Fonte: G1


