“Somos adultos e recomendo que todos decidam o que querem, respeitem as regras… e se não o fizerem, devem enfrentar as consequências legais claras”, disse Orbán à rádio estatal.
Ele afirmou que a polícia pode dispersar um evento proibido, mas a Hungria é um “país civilizado” e a tarefa da polícia é convencer as pessoas a seguir a lei.
“Estamos no mundo não para tornar a vida dos outros mais difícil, mas mais fácil, essa é a essência do cristianismo”, disse ele.
Reino Unido, França, Alemanha e 30 outros países expressaram apoio na segunda-feira à comunidade LGBTQ da Hungria e à marcha do Orgulho em 28 de junho, que deve ir adiante depois que o prefeito progressista de Budapeste disse que a cidade organizaria a marcha como uma celebração municipal da liberdade.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, pediu às autoridades húngaras que permitam a realização da marcha do Orgulho — uma medida que Orbán comparou, em sua entrevista de rádio, a receber ordens de Moscou na época do comunismo.
“Assim como Moscou, ela considera a Hungria como um país subordinado e acha que pode dar ordens aos húngaros a partir de Bruxelas sobre como viver, do que gostar e do que não gostar”, declarou Orbán.
noticia por : UOL


