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Cuiaba - MT / 6 de março de 2026 - 13:02

Premiê da Hungria alerta sobre consequências legais após veto à marcha do Orgulho

“Somos adultos e recomendo que todos decidam o que querem, respeitem as regras… e se não o fizerem, devem enfrentar as consequências legais claras”, disse Orbán à rádio estatal.

Ele afirmou que a polícia pode dispersar um evento proibido, mas a Hungria é um “país civilizado” e a tarefa da polícia é convencer as pessoas a seguir a lei.

“Estamos no mundo não para tornar a vida dos outros mais difícil, mas mais fácil, essa é a essência do cristianismo”, disse ele.

Reino Unido, França, Alemanha e 30 outros países expressaram apoio na segunda-feira à comunidade LGBTQ da Hungria e à marcha do Orgulho em 28 de junho, que deve ir adiante depois que o prefeito progressista de Budapeste disse que a cidade organizaria a marcha como uma celebração municipal da liberdade.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, pediu às autoridades húngaras que permitam a realização da marcha do Orgulho — uma medida que Orbán comparou, em sua entrevista de rádio, a receber ordens de Moscou na época do comunismo.

“Assim como Moscou, ela considera a Hungria como um país subordinado e acha que pode dar ordens aos húngaros a partir de Bruxelas sobre como viver, do que gostar e do que não gostar”, declarou Orbán.

noticia por : UOL

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