Starmer, um ex-advogado de direitos humanos, questionou a legalidade dos ataques ao Irã, que não são populares internamente e suscitaram preocupações sobre o aumento dos custos de energia.
Mas ele evitou qualquer crítica direta a Trump e declarou publicamente que o relacionamento entre eles continuava bom.
INFLUÊNCIA REAL
Desde que Trump retornou ao cargo, Starmer tem usado o “soft power” da família real para apaziguar o presidente norte-americano, que não poupou elogios ao rei e a sua família, a fim de mantê-lo do seu lado em relação à guerra na Ucrânia e suavizar possíveis tarifas comerciais.
Em setembro passado, Charles recebeu Trump para uma segunda visita de Estado ao Reino Unido, oferecendo-lhe um passeio de carruagem e um banquete de Estado no Castelo de Windsor. Na ocasião, Trump elogiou a relação especial entre as duas nações, um laço que ele descreveu como “insubstituível e inquebrável”.
Starmer espera que o rei, de 77 anos, possa novamente ajudar a suavizar as turbulentas relações atuais, antes da esperada visita do príncipe William, herdeiro do trono, aos Estados Unidos no verão, durante a Copa do Mundo de futebol.
noticia por : UOL




