O conteúdo não agradou a uma parcela de pais muçulmanos, católicos e cristãos ortodoxos, que alegaram não ter meios para proteger os filhos. O grupo invocou o direito assegurado pela Primeira Emenda, de exercer livremente suas crenças religiosas, acirrando o debate sobre a exposição de crianças à literatura e cultura LGBTQIA+.
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Fonte: G1



