A equipe se debruça sobre cenas de crimes violentos em busca de respostas sobre o que aconteceu. E, se tudo der certo nesse trabalho difícil, consegue desvendar crimes complicados.
Christian Costa, psicólogo criminal e coordenador do setor criado há um ano, explica que o perfilamento consiste em voltar na cena e fazer um breve desenho de como pode ter sido a dinâmica dos fatos, revelando o comportamento e o processo de decisão do autor.
Para isso, é preciso primeiro entender a mente de criminosos. Christian visitou presídios brasileiros durante 15 anos e realizou mais de 6.000 entrevistas para catalogar o comportamento de infratores.
”A gente aprende sobre o perfilamento criminal no presídio. É ouvindo o preso dizer por que ele fez, porque aquela vítima e por que daquele jeito”, contou Christian, que desenvolveu um método de análise que guia suas atividades.
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Sem teto
noticia por : UOL



