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Cuiaba - MT / 24 de abril de 2026 - 11:34

'Tropa' e 'general': Eduardo rebate Michelle sobre candidatura de Flávio

“Lula está tentando provocar o Trump para iniciar um conflito e depois tentar aumentar seu capital político, dizendo-se um defensor da soberania brasileira. Não vai colar. A oscilação [nas pesquisas] passa longe de ser suficiente para ele ganhar”, afirmou Eduardo, que cita o caso da recente cassação do visto do funcionário do Departamento de Estado Darren Beattie como um exemplo dessa estratégia.

Atualmente, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem em empate técnico nas pesquisas, e o governo brasileiro teme interferência de Trump via big techs.

Para Eduardo, a verdadeira interferência ocorreu em 2022, sob Joe Biden, quando autoridades norte-americanas teriam pressionado o governo Bolsonaro a reconhecer o resultado eleitoral. Naquele ano, a Casa Branca reconheceu a vitória de Lula menos de uma hora depois da proclamação do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Trump e big techs

Eduardo diz ter diálogo frequente com autoridades dos EUA sobre o ambiente online brasileiro para convencê-las a atuar contra restrições nas plataformas. “O ponto mais sensível é que 65% dos nossos eleitores de direita se informam através das redes sociais. Então, se nós formos censurados, certamente será um golpe muito difícil durante a eleição”, afirma o ex-deputado, citando decisões do STF nas últimas eleições.

“O presidente dos Estados Unidos representa o interesse dos norte-americanos. As maiores empresas de rede social são as chamadas big techs dos EUA: Google, YouTube, Twitter, Tinder, Meta, Facebook, Instagram. Essas empresas sofrem quando há intervenção, por exemplo, como em 2022, com o Alexandre de Moraes abusando de seu poder. Então, por óbvio, tem que ter um trabalho contra a censura para preservar o interesse dessas empresas no Brasil”, diz, sobre a exclusão de conteúdos e contas de direita.

noticia por : UOL

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