Em 1919, a francesa Suzanne Lenglen, que ficou conhecida como La Divine (“A Divina”, em tradução livre), chamou atenção ao abandonar os espartilhos, as anáguas, as saias longas e os chapéus de abas largas. Em seu lugar, passou a usar um vestido de mangas curtas, sem anágua e de comprimento até a panturrilha criado pelo estilista Jean Patou.
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Fonte: G1




