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Cuiaba - MT / 15 de junho de 2026 - 1:45

Endrick, vinhos e Turma do Amendoim: uma crônica do 2º colocado no Bolão

Isso observava o saudoso jornalista Mino Carta ao Massimo Ferrara. Numa das inúmeras conversas entre entendedores refinados. Eu ouvi e gravei. Não sei se recorda o Juca Kfouri, muita vezes presente e que escreveu, ontem no UOL, coluna premonitória.

Aliás,o saudoso Mino e o vibrante Massimo, hoje comendador por título outorgado pelo presidente da Itália, rodavam o vinho no “bicchiere” e davam uma cheirada. Isso para, pelo odor, identificar onde as abelhas tinham tirado o pólen levados as videiras: pólens das cerejeiras, macieiras, nogueiras, marasca, etc.

Tinha mais um particular, ambos sentiam o odor da rolha. Às vezes, sem experimentar o vinho, já sentenciam e devolviam por estar “bouchone”.

Hoje, virou moda rodar e aspirar, antes de beber. E, muitas vezes, para fingir-se de entendedor. Igual àqueles que acham que o Vini Júnior não é craque. Não conhecem. O Vini é o sãopaulino Cachoeiro do século 21.

Parêntese. Os supracitados Trombettieri Anarchici, para provocar os sãopaulinos, já estão falando do gol contra do Bobadilla como o mais bonito das rodadas, até aqui. Fechado parêntese.

Volto ao vinho. Mino e Massimo, ficavam “arrabiati” quando alguém falava “taça de vinho”. Para eles, era “bicchiere” ou “calice”.

noticia por : UOL

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