Os negociadores do Pentágono estão pressionando as empresas contratadas a agirem com muito mais rapidez, tendo os acordos provisórios de produção firmados no início deste ano como ponto central dos esforços para aumentar a produção de mísseis.
O governo do presidente norte-americano, Donald Trump, também tem aumentado constantemente a pressão sobre as empresas do setor bélico para que priorizem a produção em detrimento de pagamentos aos acionistas.
Trump assinou um decreto em janeiro para identificar empresas contratadas consideradas com desempenho insatisfatório em contratos governamentais, ao mesmo tempo em que continuam a distribuir lucros a investidores.
Executivos do setor acolheram os acordos de produção, mas afirmaram que o Congresso dos EUA deve primeiro aprovar o financiamento antes que as empresas possam investir mais fortemente em componentes e capacidade de produção.
A Lockheed Martin afirmou que o financiamento permitirá triplicar a capacidade de produção do PAC-3 MSE até o final de 2030 e aumentar em 50% o número de empregos em fábrica em Camden, Arkansas, passando de 1.200 para cerca de 1.850.
O PAC-3 MSE é um interceptador do tipo “hit-to-kill” (colisão para destruição) utilizado no sistema de defesa aérea Patriot para combater mísseis balísticos, mísseis de cruzeiro e aeronaves.
noticia por : UOL




