“Nosso futuro é a Suíça” — Roberta Luchsinger, lobista, em mensagem para Lulinha interceptada pela PF. Até Lulinha e seus amigos sonham em morar bem longe dos governos do PT.
“As mulheres que entraram no mercado de trabalho adicionaram US$ 3,5 trilhões à economia americana” — Chelsea Clinton, filha do ex-presidente americano Bill Clinton, sobre as vantagens financeiras da indústria do aborto nos EUA. É a teoria econômica milenar feminista: sacrificar crianças para garantir colheitas mais abundantes.
“Agora já não tem mais dúvida: vai ser uma herança maldita mesmo” — Armínio Fraga, ex-ministro da Fazenda e cabo eleitoral de Lula nas últimas eleições, sobre o estrago econômico que o atual governo deixará para o próximo. O pior é que, do jeito que a coisa vai, o governo ainda vai dar um jeito de taxar essa herança maldita.
“Uma pergunta que me atormenta e eu tenho resposta é: ‘por que a gente não aprende?’” — Armínio Fraga, ainda sobre a penúria das finanças públicas. O Armínio é aquele cara que quando vê uma casca de banana na rua, já pensa logo: “Não acredito que vou cair de novo!”
“Existe esse ‘fascisminho’ de esquerda” — Wagner Moura, ator militante, reclamando da cultura do cancelamento em círculos progressistas. Ah, que bonitinho! Só cuidado que ele morde, tá?
“A gente tem um débito gigantesco com o Nordeste. Se hoje vivemos uma democracia, devemos ao povo nordestino” — Lenine, cantor. Muito obrigado por Sarney, Alcolumbre, Lula, Calheiros… O Brasil agradece de joelhos!
Eleições 2026
“Haddad tem potencial extraordinário. Agora, para ser líder, tem que ter um pouco mais do que isso” — Lula, sobre apontar Fernando Haddad como seu sucessor. Falta carisma, personalidade e, principalmente, a capacidade de mentir sem gaguejar.
“Eu acompanhei até a porta da minha casa o que aconteceu. Dali pra frente é o relato do motorista” — Fernando Haddad (PT-SP), candidato ao Governo de SP, após investigações apontarem informações desencontradas sobre a suposta abordagem que seu carro sofreu da PMSP. Se fosse mesmo um herdeiro à altura, diria que o motorista não era nem dele, mas sim de um amigo.
“As pessoas imaginam que se aumentar a pena vai resolver a criminalidade” — Fernando Haddad, sobre os problemas da segurança pública. É, não nada adianta condenar um meliante a 29 anos de cadeia por corrupção e lavagem de dinheiro se, depois de passar quinhentos dias relaxando numa salinha da PF, o sujeito sai pela porta da frente pronto para retomar suas atividades.
“Renan Santos é o maior líder fascista do Brasil. Todo mundo vê isso, até conservadores como Nando Moura” — suposto Estudante Anônimo da USP, citando influenciador inimigo da bolha do MBL ao enviar suposta ameaça contra o candidato à Presidência Renan Santos (Missão). Antigamente, os revolucionários liam Marx e Bakunin antes de pegar em armas. Hoje citam Nando Moura. A falta de repertório já é uma tragédia em si.
“Tá bem difícil fazer campanha assim. Eu tenho que ficar andando pra lá e pra cá com um colete à prova de balas” — Renan Santos, anunciando medidas de segurança após suposta ameaça. A sorte do Renan é que ele é tão desconhecido que, se sofrer um atentado, a bala vai acabar perdida, sem ter a menor ideia de quem é o alvo.
“A Janja tinha que ficar quieta e não encher o saco” — Renan Santos, sobre as constantes tentativas da esposa de Lula de censurar as redes sociais. Cuidado, Renan, que a Janja é chegada num bad boy…
“Nós seremos conhecidos como a geração que derrubou o Golias. Pode deixar, eu levo a pedra” — Pablo Marçal (PRTB), candidato à Presidência, associando Lula ao vilão bíblico. Só torça para ninguém levar uma cadeira, senão seu plano pode acabar saindo pela culatra.
“Precisamos também eleger Flávio Bolsonaro como presidente” — Michelle Bolsonaro, ao pedir votos para seu enteado, com quem teve desavenças públicas neste ano. Calma, Michelle, segure a empolgação senão podem até pensar que você tem candidato nessas eleições.
“Cheguei no melhor lugar do mundo!” — Carlos Bolsonaro (PL-SC), candidato ao Senado por Santa Catarina, postando diretamente do colo da mãe na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. O PL catarinense vai ter que abrir uma creche. A Júlia Zanatta levar o bebê pra Câmara até que foi fofo; mas, se a Rogéria Bolsonaro carregar o bebê dela pro Senado, vai passar um pouco dos limites.
A Semana do Molusco
“Ninguém vai pedir fechamento do processo do meu filho” — Lula, negando interferir nas investigações que apuram o envolvimento de Lulinha com a máfia do INSS. De fato, pedir o arquivamento seria uma tremenda falta de fé no funcionamento de nossas instituições.
“Deus fez vocês e vocês fizeram Lula” — Lula, em discurso para sindicalistas no ABC. E Moisés achando que o bezerro de ouro seria nossa maior afronta ao Divino.
“O que me aproxima do Lula é muito maior do que o que me separa” — ministra do Planejamento e Orçamento Simone Tebet (MDB-MS), sobre sua relação política com o presidente Lula. Elementar: um ministério com orçamento bilionário é infinitamente maior do que qualquer escrúpulo que ela já fingiu ter.
“O cara que vendeu deveria ganhar o Prêmio Nobel de burrice” — Lula, criticando a privatização de refinarias por Jair Bolsonaro. Esperto mesmo foi quem entregou as refinarias a preço de banana pro amigo boliviano.
“Se você é inocente, vá à luta; se você é culpado, contrate um advogado” — Lula, aconselhando o filho Lulinha sobre como lidar com encrencas na Justiça. Pai que nasce torto nunca se endireita.
“Eu posso mentir para qualquer presidente do mundo” — Lula, durante comício. Olha, você pode até tentar, mas por sua conta e risco. Depois, não vá querer aumentar o orçamento das Forças Armadas com medinho de ter o mesmo destino do Nicolás Maduro…
Supremo Tayayá Federal
“A liberdade de imprensa não está em questão no Brasil” — ministra Cármen Lúcia (STF-MG), ao se manifestar, fora dos autos, sobre o debate acerca do sigilo da fonte no país. A questão da liberdade de imprensa no Brasil já está pacificada. E ai de quem der um pio em contrário…
“Se alguém gritasse aqui agora ‘fogo!’, e fizesse todo mundo sair correndo e alguém fosse ferido, isso não é liberdade de expressão” — Cármen Lúcia, usando exemplo raro para defender o aumento da censura. Gritar “fogo!” não pode. Gritar “pega ladrão!”, a gente já sabe que também não pode. Agora, gritar “cala a boca!” para os pequenos tiranos ainda está liberado.
“Pode levar que o PCC e o Comando Vermelho façam um concurso para selecionar blogueiros” — ministro Flávio Dino (STF-MA), sobre os supostos efeitos do fim da exigência de diploma para jornalistas. Pois é, o RH das facções já está sobrecarregado recrutando juízes, advogados, políticos, doleiros…
“Hoje, qualquer pessoa acorda e diz: a partir de hoje eu sou um jornalista” — ministro Alexandre Barci de Moraes (STF-SP), esposo da jurista Vivi Barci de Moraes, também criticando a ausência da obrigatoriedade de diploma para jornalistas. Seria como se qualquer pessoa pudesse virar ministro do STF sem nunca ter sido juiz, sem ter notório saber jurídico nem, muito menos, reputação ilibada. O pessoal vai começar a achar que vale tudo.
noticia por : Gazeta do Povo




