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Cuiaba - MT / 21 de maio de 2026 - 12:37

No dia da independência cubana, Casa Branca chama regime atual de 'traidor'

O ápice da pressão aconteceu quando Trump implementou um bloqueio e ameaçou com sanções os países que fornecem combustível a Cuba. Com isso, interrupções no fornecimento de energia tornaram-se ainda mais frequentes e danos na economia foram causados.

Em uma rara visita à ilha, o chefe da CIA, John Ratcliffe, disse que os EUA auxiliariam Cuba em questões econômicas e de segurança “se houver mudanças fundamentais”. O recado foi transmitido a pedido do presidente Donald Trump.

Cuba está sob sanções dos EUA há mais de 60 anos

Os EUA mantêm um embargo econômico amplo contra a República de Cuba há seis décadas. Em fevereiro de 1962, o presidente John F. Kennedy proclamou um embargo comercial entre os países, em resposta a certas ações tomadas pelo governo cubano, e instruiu os Departamentos de Comércio e do Tesouro a implementar o embargo, que permanece em vigor até hoje.

Ao longo dos anos, as sanções foram se fortalecendo. O bloqueio impõe sanções contra navios que atracam em portos cubanos, proibindo-os de entrar nos EUA por seis meses. Além disso, impede que entidades de outros países que operem com mais de 10% de capital estadunidense façam qualquer tipo de comercialização com Cuba.

Em outubro de 2024, a Assembleia Geral da ONU aprovou, pela 32ª vez consecutiva, a necessidade de acabar com o embargo. Esta resolução foi aprovada por 187 países, tendo apenas uma abstenção —da Moldávia— e dois emblemáticos votos contrários: dos Estados Unidos e de Israel.

noticia por : UOL

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