A crise começou com a divulgação dos áudios revelados pelo Intercept Brasil em que Flávio pedia dinheiro para Daniel Vorcaro.
Naquele dia, com praticamente todo o entorno de Flávio sendo pego de surpresa, houve uma divergência de qual estratégia seria adotada.
De um lado, encabeçado por Marinho, a ideia era apostar na transparência: Flávio devia assumir o áudio e dar as explicações.
Marcellão, por sua vez, segundo relatos obtidos pela coluna, em contato com Eduardo Bolsonaro e outros auxiliares, achava que seria possível encontrar algum tipo de cortina de fumaça e que algumas coisas poderiam ser negadas.
Diante de divergências internas, Marinho e Flávio conversaram e tomaram conjuntamente a decisão: era melhor o marqueteiro deixar o cargo. Marinho sugeriu o nome de Eduardo Fischer, que não foi bem aceito por algumas pessoas do entorno de Flávio.
Um dos poucos que fizeram declarações públicas sobre a troca foi Fabio Wajngarten, ex-chefe da Secretaria de Comunicação de Bolsonaro e próximo aos filhos do ex-presidente. Em postagem no X, ele disse que Marcello foi “sabotado pela política”.
noticia por : UOL




